O FESTIVAL Y – festival de artes performativas, organizado pela Quarta Parede desde 2003 a partir da Covilhã, privilegia as linguagens artísticas emergentes e os cruzamentos disciplinares.

Quarta Parede Artes Performativas Cruzamentos Criação Mediação Programação
Quarta Parede Artes Performativas Cruzamentos Criação Mediação Programação

O FESTIVAL Y#22 – festival de artes performativas afirma-se como um espaço de encontro entre corpos, vozes e memórias que interrogam a identidade individual enquanto construção viva e em permanente transformação. Ao longo desta edição, entre 21 de março e 4 de junho, na Covilhã e em Castelo Branco, as artes performativas surgem como um campo privilegiado para explorar quem somos, de onde vimos e como nos relacionamos com o outro, com a história e com o presente, através de espetáculos, residências artísticas, ações de mediação e oficinas.

Ao longo do festival, teremos ainda a residência artística INVESTIGAÇÃO – VENTILAÇÃO, ações satélite COMUM, com Claudia Galhós, e oficinas PLURAL, que assumem um lugar de destaque na diluição de barreiras entre criadores, intérpretes e públicos. 

O Y#22, apresenta, assim, um mosaico de identidades em movimento: identidades que se afirmam, questionam, contradizem e reinventam. Na Covilhã e em Castelo Branco, estas obras e ações convidam o público a reconhecer a identidade não como um ponto de chegada, mas como um processo contínuo de escuta, confronto e transformação.

Programa

Rossana, o nome artístico da compositora portuguesa Inês Barroso, tem redefinido a música desde o início do seu projeto. Indo além das raízes do piano clássico, une jazz, psy-rock, música latina, folk e eletrónica num som singular. Lança em novembro de 2024 o segundo álbum “À La Portugaise”, assinalando o início de um novo capítulo para o projeto. Com uma sonoridade que reafirma a sua herança, mas sem nunca se render a ela, a artista pretende falar uma linguagem universal capaz de cativar ouvintes de todo o mundo.

Voz, Piano e Adufe Inês Barroso (Rossana) Percurssão Pedro Almeida Bateria James Doran Baixo Hector Bonte Guitarra elétrica Benjamim Lunn Operação de som Bernardo Ramos Vídeo Gonçalo Palma Road Manager Luís Pita Produção Slavi Venev

música . 75 min . M/6

Atividade satélite: COMUM – Conversa pós-espetáculo mediada por Claudia Galhós

Do Terreiro ao Mundo
É a dança que atravessa o tempo.
Os passos desenham laços de fé, luta e ofício.
No bater e no silêncio dos paus ouvimos os ecos atrás dos montes.
O que começa no adro expande-se para além, em corpo e memória, segue caminho, faz-se mudança e força viva.
Está aqui.

 — Clara Andermatt

Direção e Coreografia Clara Andermatt Intérpretes/colaboradores criativos Afonso Cunha, Deeogo Oliveira, Noel Quintela, Sérgio Cobos, Tiago Manuel Soares e Tiago Miguel Composição musical e sonora Luís Pedro Madeira e Clara Andermatt Assistência artística e Ensaiadora Vera Santos Iluminação Pedro Cabral Operação de luz Dino da Costa Adereços e Figurinos Gabriela Gomes Operação de som Ricardo Figueiredo Estagiárias Beatriz Miguel Correia e Inês Alves Produção Companhia Instável Produção executiva Belisa Branças e Rita Santos

dança . 60 min . M/6.

Atividade satélite: COMUM – Conversa pós-espetáculo mediada por Claudia Galhós

Bright Horses é uma peça para 6 intérpretes – 3 duplas de irmãos gémeos – que faz uso de dinâmicas internas e familiares para refletir criticamente sobre a competição na sociedade atual.

Trazendo a experiência real para palco através do seu elenco, desenvolvem-se 3 diálogos coreográficos entre irmãos que se posicionam em territórios de disputa, agressão, luto, despedida, afeto e ilustram a complexidade das relações familiares como microcosmos de dinâmicas sociais mais amplas.

Direção artística e Coreografia Carminda Soares e Maria R. Soares Cocriação coreográfica André Cabral e Gonçalo Cabral, Alena Krutskikh e Alina Krutskikh Interpretação André Cabral e Gonçalo Cabral, Carminda Soares e Maria R. Soares, Alena Krutskikh e Alina Krutskikh Música original António M. Silva / Sal Grosso Desenho de luz Joana Mário Figurinos Jordann Santos Assistência de figurinos Beatriz Filomeno Apoio dramatúrgico Lígia Soares Consultoria artística Catarina Miranda e Rafaela Sahyoun Produção ZAFFRE

dança . 50 min. M/6

Atividade satélite: COMUM – Conversa pós-espetáculo mediada por Claudia Galhós

“Saudade” é uma palavra que expressa uma emoção de nostalgia de memórias importantes e inesquecíveis. Neste projeto sonoro, a saudade é o motor que nos entusiasma a manter viva a chama da guitarra portuguesa através da genialidade de Carlos Paredes, e composições de Granados, Albéniz De Falla e Lara, através da adaptação de temas clássicos para a harpa. É um momento para descobrir quem somos, apreciar a nossa arte e, em especial, estes hinos melancólicos, mas repletos de garra que fazem parte da nossa identidade.

Interpretação Maria Sá Silva Operação de som Daniel Santos

música . 50 min . M/3

 

Onde começou o blackface? Quando termina o blackface?

Blackface é um espectáculo a solo, uma conferência musical, entre o stand up e a fantasia, entre a sátira e o teatro físico, entre o burlesco e o documental. Partindo de experiências pessoais e da história do blackface como prática teatral racista – desde as suas raízes nos EUA aos casos portugueses –, Marco Mendonça procura os limites do que pode, ou não, ser representado num palco. Será possível achar que não existe racismo em Portugal?

Direção artística, Criação e Interpretação Marco Medonça Apoio à criação Bruno Huca Apoio à dramaturgia Gisela Casimiro Vídeo Heverton Harieno Composição musical e Sonoplastia Mestre André Desenho de luz Rui Monteiro Cenografia Pedro Azevedo Figurino Aldina Jesus Direção técnica e operação de luz Manuel Abrantes Montagem de cenografia Daniela Cardante Difusão e produção Teatro do Vão/Carolina P. Gameiro Produção Alkantara/Sinara Suzin (2023-24)

teatro . 90 min.  M/14

Atividade satélite: COMUM – Conversa mediada por Claudia Galhós

 

A memória ocupa o lugar central deste projeto. “Não é sobre memória, mas sobre o medo de esquecer”. Aliando a sua voz à de outras autoras, a atriz e encenadora procura confundir na sua autobiografia, ficções e relatos que não lhe pertencem. Um espetáculo em jeito de conferência – monólogo que se possa de vez em quando confundir com uma festa, através da qual partilha referências que alimentem ideias, pensamentos inacabados, dúvidas e propostas, oscilando entre guião fixo e improvisação, ou esquecimento, do momento.

Criação, Dramaturgia e Interpretação Sara Carinhas Assistente de encenação Joana Picolo Filmagens e olhar Joana Botelho Consultoria artística Nádia Yracema e Sara Barros Leitão Desenho de Som Madalena Palmeirim Desenho de luz Catarina Côdea Direção de produção Célia Costa Coprodução Causas Comuns e São Luiz Teatro Municipal

teatro . 90 min.  M/12

Atividade satélite: COMUM – Conversa pós-espetáculo mediada por Claudia Galhós

Tiago Rodrigues já escreveu várias vezes para Tónan Quito. Agora, tinha que lhe escrever um monólogo mas, por motivos misteriosos, falhou todos os prazos. Foi então que uma série de acidentes, tão reais quanto literários, deu origem a Entrelinhas, um espetáculo onde se explica porque é que o espetáculo que estava previsto não aconteceu. Retrato da longa e enigmática relação entre o autor e o ator, esta peça é uma picareta a esburacar o muro que divide a realidade da ficção.

Cocriação Tiago Rodrigues e Tónan Quito Texto Tiago Rodrigues Interpretação Tónan Quito Colaboração artística e imagens Magda Bizarro Conceito de cenário, luzes e figurino Magda Bizarro, Tiago Rodrigues e Tónan Quito Direção técnica André Pato Produção HomemBala

teatro . 60 min . M/12

Atividade satélite: PLURAL – Por Entre as Linhas com Tónan Quito 

Breves Notas Sobre a Digestão surge de uma coleção de pequenas histórias que são inusitadas demais para serem inventadas. Na performance o público é convidado a um ambíguo arranjo de afetos, mirando o olhar para a nossa existência no presente como uma resposta possível às desventuras do próprio passado. Como disse Hilton Lacerda, no filme A Febre do Rato: “Podem calar as bocas oficiais mas não podem calar a poesia. E minha boca é pura poesia: safada, mas poesia, envenenada, mas poesia. Arrotada, e mesmo assim, poesia.”

Concepção e Criação dai ida Direção e Dramaturgia dai ida e Gaya de Medeiros Provocação dramatúrgica Lara Duarte Desenho de luz e Cenografia Tiago Cadete Apoio ao movimento Isadora Dantas Edição de vídeo dai ida e Samara Costa Direção técnica Ricardo Pimentel

teatro/performance . 60 min.  M/6

Y CRIADORES EMERGENTES

Atividade satélite: COMUM – Conversa mediada por Claudia Galhós

 

Um corpo explora a sua própria masculinidade, através da procura de estados eufóricos com as movimentações da própria anca. Performatividades e sensibilidades são apresentadas como forma de revolução ao estereótipo normativo da expressão transmasculina, enquanto, entre memória e uma construção de visão futura, se vive uma nova adolescência. Prima Rosa propõe uma jornada introspetiva e de resistência, na qual o corpo se torna o veículo de uma reinvenção constante.

Criação e Interpretação Eríc Amorim dos Santos Dramaturgia e Assistência artística Maurícia Barreira Neves Música original Rui Lima e Sérgio Martins Desenho de luz Pedro Guimarães Operação de luz Ana Luísa Novais Operação de som Francisco Silva Figurinos Du Fonseca Vídeo Mário M. Fonseca Apoio à produção Catarina Corujeira Coprodução Instável Centro Coreográfico e Teatro Municipal do Porto

dança . 50 min.  M/12

Y CRIADORES EMERGENTES

Atividade satélite: COMUM – Conversa mediada por Claudia Galhós

PLURAL – Corpo em Curto-Circuito com Eríc Amorim dos Santos

“Pa(i)ysage[n]s” é uma variação do mastro chinês. Em três quadros, João Paulo Santos deriva e explora os seus aparatos e elementos cénicos para contar o tempo que passa por nós, pelas paisagens. Nesta nova criação continua a desenvolver o seu trabalho com a mesma determinação que o caracteriza. “Trabalhador do corpo” por excelência, prossegue a escrita singular de uma prática que tem em conta a passagem do tempo e as condicionantes que este produz no corpo em movimento.

Escrita e Interpretação João Paulo Santos Criação sonora Tiago Cerqueira Acompanhamento artístico e dramatúrgico Elsa Caillat Produção Laurine François e Chloé Jolly Produção O Último Momento

novo circo . 40 min . M/6

 

Projeto artístico que investiga o conceito de vazio como procedimento na composição do movimento. O vazio como material de construção, como elemento compositivo. O vazio como aproximação ao essencial. HUSTU; Elogio al vacío é um dueto interpretado por Matxalen e Natalia, um espaço/tempo suspenso onde se repensam outros ritmos. Uma obra austera, sem ornamentos nem elementos supérfluos. Um ato político-poético como resposta a esta tendência de consumo rápido, de excesso de ruído e de falta de conteúdo.

Direção Matxalen Bilbao Coreografia e Interpretação Natalia García Muro e Matxalen Bilbao Espaço sonoro Mikel R. Nieto Desenho de luz David Alcorta Textos Aintza Uriarte Fotografia, Vídeo e Composição visual Jesús Robisco Audiovisuais María Etxaide Produção Aintza Uriarte

dança. 50 min.  M/6 

AO OUTRO LADO/AL OTRO LADO

INVESTIGAÇÃO-VENTILAÇÃO é uma proposta do Festival Y que valoriza dimensões menos visíveis da criação artística, como a reflexão, a investigação e a experimentação. Convida um/a artista para, ao longo do festival, se envolver em pensamento-ação sobre o seu trabalho e em relação com o património natural e humano da Serra da Estrela. Dullmea, musicista e compositora que explora desde 2016 a miríade de possibilidades da voz e da electrónica, é a convidada desta segunda edição.

Dullmea (Sofia Fernandes) formou-se em música na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo. Lançou Keter (2016), Hemisphaeria (2019), Orduak (2021), Lloc Comú (2023) e Ñe’ẽsẽ (2024). Entre outros, Dullmea apresentou-se ao vivo em Nijmegen, Eindhoven (Países Baixos); Viena (Áustria), Turim (Itália), Lisboa, Porto, Vigo, Barcelona – LEM Festival (Espanha); São Paulo – MAC (Brasil; Berlim (Alemanha); Copenhaga (Dinamarca); Milton Keynes – exposição “Obedience and Defiance” de Paula Rego (Reino Unido).

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA

Atividades satélite: COMUM – Conversa mediada por Claudia Galhós

PLURAL – Esqueleto Ohm com Dullmea

Atividades Satélite

COMUM com Claudia Galhós* accordion-plus accordion-minus

Ensaiar a partilha a partir da arte

 

É uma luta, uma rebeldia e um ato de resistência, reivindicar o estar junto, presencialmente, a pretexto de um projeto artístico para trocar ideias e perspectivas sobre o caminho entre a imaginação e o real. Cada participação é um ato de desobediência, para sonharmos juntos um mundo que juntos podemos construir, com a mesma liberdade que um artista cria um objeto artístico. Prosseguimos, insistindo e expandindo, a experiência iniciada em 2024, com a Comunidade de Espectadores, para dar continuidade à arquitetura de um espaço COMUM.

Este COMUM é habitado pelas muitas diferenças que traz o olhar, o sentir e o pensar de cada pessoa em diálogo com as sugestões artísticas. Claudia Galhós é a instigadora da partilha, que é nómada, entre a escola, o encontro com comunidades e o Teatro, e que dança entre as palavras das pessoas que se juntarem a esta construção e o vocabulário dos artistas, num work in progresso, de um espaço público íntimo, que chamamos de COMUM, e que queremos que seja um espaço COMUM.

 

21 MAR ROSSANA Teatro Municipal da Covilhã

23-24 MAR O MUNDO QUE QUEREMOS Universidade da Beira Interior – Covilhã

28 MAR CLARA ANDERMATT / COMPANHIA INSTÁVEL Teatro Municipal da Covilhã

09 ABR CARMINDA SOARES & MARIA R.SOARES Teatro das Beiras

24 ABR MARCO MENDONÇA Teatro Municipal da Covilhã

30 ABR SARA CARINHAS Teatro das Beiras

09 MAI DAI IDA Teatro das Beiras

13 MAI ERÍC AMORIM DOS SANTOS Teatro das Beiras

14 MAI DULLMEA Serra da Estrela

 

04 JUN ENCONTRO/REFLEXÃO ESTAMOS EM REDE? Orfeão Covilhã**

 

*As inscrições nas conversas do COMUM dão acesso a 50% de desconto no bilhete do espetáculo.    
**Participação limitada.

PLURAL – Oficinas de Experimentação Artística accordion-plus accordion-minus

PLURAL convida a estar em encontro, curiosidade, descoberta e diversão através das artes. É um programa de oficinas de experimentação de práticas artísticas diversas para pessoas de todas as idades, sem ou com pouca experiência na área artística. Valoriza-se a partilha inter-geracional e a influência que as diferenças têm no diálogo e práticas gerados.

 

28 MAR 15H00 DO CORPO AO TEXTO E O MESMO INVERSAMENTECOM CLAUDIA GALHÓS Orfeão Covilhã

06 MAI 18H00 POR ENTRE AS LINHAS COM TÓNAN QUITO Orfeão Covilhã

11 MAI 18H00 CORPO EM CURTO-CIRCUITO COM ERÍC AMORIM DOS SANTOS Orfeão Covilhã

23 MAI 15H00 ESQUELETO OHM COM DULLMEA Orfeão Covilhã

 

Mais informações sobre o programa anual aqui.

Bilheteira

Teatro Municipal da Covilhã accordion-plus accordion-minus

Rua Rui Faleiro, 1, 6200-505 Covilhã

www.facebook.com/tmcovilha

www.instagram.com/tmcovilha   

 

Horário de bilheteira

3ª feira a sábado: 14h30-19h30 (exceto feriados)

Dias de espetáculo: 14h30-19h00 - 20h30-21h30

Bilhete geral: 7,00 €

Bilhete c/desconto: 4,00 € (<30 anos, >65 anos, estudantes, profissionais do espetáculo)

Online: Ticketline

 

Descontos disponíveis na bilheteira: 4,00€ (grupos > 4 e pessoas inscritas no COMUM)

Teatro das Beiras accordion-plus accordion-minus

Travessa da Trapa, 2, 6200-216 Covilhã

www.teatrodasbeiras.pt

 

Horário de bilheteira

2ª feira a 6ª feira: 09h30 - 13h00 | 14h30 - 18h00

Dias de espetáculo: 1h antes do espetáculo

Bilhete geral: 7,00 €

Bilhete c/desconto: 4,00 € (<30 anos, >65 anos, estudantes, profissionais do espetáculo)

Online: Ticketline

 

Descontos disponíveis na bilheteira: 4,00€ (grupos > 4 e pessoas inscritas no COMUM e sócios Teatro das Beiras)

 

Reservas

275 336 163 | geral@teatrodasbeiras.pt 

Cine-Teatro Avenida accordion-plus accordion-minus

Avenida General Humberto Delgado, 6000-081 Castelo Branco www.facebook.com/programacaoculturalmunicipiocb 

www.instagram.com/cineteatro_avenida

 

Horário de bilheteira

3ª feira a sábado: 14h00 - 19h00

Dias de espetáculo: 1h antes do espetáculo

Bilhete geral: 5,00€

Online: Ticketline

 

Reservas

Tel. 272 349 560 | bilheteira.ctavenida@gmail.com

Orfeão Covilhã accordion-plus accordion-minus

[CONDOMÍNIO ASSOCIATIVO II]

Rua Nuno Álvares Pereira 44, 6200-154 Covilhã

 

Iniciativas de acesso gratuito, mediante reserva prévia e sujeita à lotação do espaço.

Financiamento & Apoios

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Festival Y#22 - festival de artes performativas é financiado pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal da Covilhã, Câmara Municipal de Castelo Branco. Tem o apoio da Antena 1, Antena 2, Conta Lá, Jornal do Fundão, Notícias da Covilhã, Rádio Clube da Covilhã, Rádio Cova da Beira, Teatro Municipal da Covilhã, Cine-Teatro Avenida, Teatro das Beiras, União das Freguesia de Covilhã e Canhoso, La Fundición Bilbao e Citemor. 

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